segunda-feira, 26 de julho de 2010

10 formas para ser feliz

Arcanjos, vamos seguir estes conselhos. E outros seguirão o nosso exemplo.

l. Pense e seja feliz - Se plantarmos pensamentos como "sou feliz", surgirá a felicidade. Por isso, quem deseja ser realmente feliz, mesmo que a sua situação actual ainda não seja muito boa deve pensar e falar várias vezes, todos os dias: "Já sou muito feliz", assim e com certeza, vai conquistar uma vida verdadeiramente feliz e saudável.
2. Serenidade Mental - A felicidade vem da paz espiritual. Se expressarmos satisfação e gratidão pelas coisas que temos recebido até agora, isso vai nos trazer bem-estar espiritual. O importante é descobrir a felicidade na nossa vida quotidiana, seja ela como for.
3. Alegrar-se pela felicidade do próximo - Mesmo ainda não possuindo os bens materiais desejados, devemos demonstrar alegria diante dos bens e do conforto material do outro, apreciando sem nenhum tipo de constrangimento e inveja.
4. Praticar actos de bondade - Todos os dias, praticar pelo menos um acto de bondade, seja na forma de uma palavra de conforto moral ou espiritual, que possam reflectir sua solidariedade para aliviar a dor dos que sofrem.
5. Perdoar sempre - Na medida que alguém conseguir perdoar, eliminará o ódio e o rancor existente em si, assim, ficará mais leve e terá paz interior para avançar rumo ao sucesso.
6. Evitar falar mal dos outros - Quem deseja ser feliz e ter uma boa saúde, deve enaltecer as qualidades das pessoas e minimizar os seus prováveis defeitos, criando uma atmosfera favorável para sí e para o grupo a que pertence.
7. Valorizar os bons pensamentos - Uma pessoa espiritualizada tem sempre pensamentos e atitudes saudáveis. Isso faz com que naturalmente possa atrair acontecimentos bons. Vale a pena experimentar, os resultados surgem imediatamente.
8. Antes de dormir, avalie o seu dia - Evite ficar remoendo o passado, principalmente, coisas desagradáveis que já não importam mais. Procure viver intensamente o momento presente e aproveite para construir uma felicidade duradoura com uma base sólida.
9. Supere os seus obstáculos - Procure cultivar a sua auto-confiança e conhecer o melhor de sí mesmo. Agindo com determinação e sabedoria, conseguirá criar um clima favorável para a realização das suas mais legítimas aspirações.
10. Viva em paz com as pessoas - Fale bem das pessoas, da sua família e da sua comunidade. Tente resistir e não rotular ninguém. Reexamine os seus conceitos e não haja com discriminações. Assim, será criado um ambiente apropriado para ser feliz e progredir sempre.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

terça-feira, 20 de julho de 2010

Humildade

"As pessoas
que têm
verdadeiro valor
não gostam
de se exibir.

Procura ser discreto
e atento
aos outros."

Autor desconhecido

Simples e Feliz

"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."

Fernando Pessoa

A felicidade exige esforço, exige a capacidade de aproveitar as coisas simples, exige que não desperdicemos uma boa oportunidade para sorrir e rir, principalmente de nós mesmos. Exige que nos conheçamos e aos nossos limites, que os trabalhemos sem os quebrar. As quedas no caminho fazem parte, mas toca a levantar e voltar a tentar.
Não se complique o que já é trabalhoso, não necessariamente difícil: SER FELIZ. É mais fácil do que parece, mais trabalhoso do que se adivinha!

Mesmo que
Ás vezes a nossa arrogância, nos ofusca…
Quantas vezes criticamos a acção dos outros...
Quantas vezes exigimos mudanças de comportamento...
Nas pessoas que vivem perto de nós...
Quando na verdade...
Talvez sejamos nós mesmos...
É que deveríamos mudar o nosso próprio rumo...
Para evitar um possível confronto...
Completamente desnecessário...
Mas que só iremos compreender...
Depois que avaliarmos...
O resultado final....
De uma batalha inútil.


Arcanjos, vamos ser simples e felizes!

sábado, 17 de julho de 2010

Nossa Senhora do Carmo

"Foi na madrugada do dia 16 de julho de 1251 que Nossa Senhora apareceu ao santo carmelita inglês, São Simão Stock, e entregou-lhe o miraculoso Escapulário do Carmo.
São Simão Stock era, naquele tempo, Superior Geral da Ordem dos Carmelitas. Ele encontrava-se numa situação aflitiva, pois sua Ordem passava por dificuldades muito sérias, sendo desprezada, perseguida e até ameaçada de morte.
Homem de uma fé viva, São Simão não cessava de implorar socorro à Santíssima Virgem, e pedia também um sinal sensível de que seria atendido.
Comovida pelas súplicas angustiantes deste seu fervoroso filho, Nossa Senhora lhe trouxe do Céu o santo Escapulário e dirigiu-lhe estas palavras:
"Recebe, filho diletíssimo, o Escapulário da tua Ordem, sinal de minha confraternidade, privilégio para ti e para todos os Carmelitas" ... "Todos os que morrerem revestidos deste Escapulário não padecerão o fogo do inferno. É um sinal de salvação, refúgio nos perigos, aliança de paz e pacto para sempre".
A partir dessa misericordiosa intervenção da Mãe de Deus, a Ordem carmelita refloresceu por todo o mundo! E o Escapulário passou a percorrer a sua milagrosa trajetória, como sinal de aliança de Nossa Senhora com os Carmelitas e com toda a humanidade.
Setenta anos mais tarde, Nossa Senhora apareceu ao Papa João XXII e fez lhe uma nova promessa, considerada como complemento da primeira:
"Eu, como tema Mãe dos Carmelitas, descerei ao purgatório no primeiro sábado depois da sua morte e os livrarei e os conduzirei ao Monte Santo da vida eterna."
De início, o Escapulário era de usa exclusivo dos religiosos Carmelitas. Mais tarde, a Igreja, querendo estender os privilégios e benefícios espirituais desse uso a todos os católicos, simplificou seu tamanho e autorizou que sua recepção ficasse ao alcance de todos."

In www.comercialnscarmo.com.br

É na vida quotidiana que se exprime esta devoção a nossa Senhora do Carmo; é nos acontecimentos concretos que se joga a verdadeira pertença a Cristo e à Igreja de que o escapulário é sinal; na certeza de que a todos os que lhe são fiéis, a Virgem protege na vida, salva na morte e intercede para sempre.

quinta-feira, 15 de julho de 2010





Na manhã de Domingo, dia 11 de Julho, o nosso grupo partiu, pelas 8.30h da manhã, rumo a Agualva a fim de iniciar o passeio pedestre agendado para aquele dia.
O passeio teve a duração de aproximadamente 2 horas e 30m. E foi MARAVILHOSO! Vimos paisagens lindíssimas. Pela primeira vez, estivemos em oração directa com Deus, no cimo de uma rocha onde sentimos a Sua presença, e percebemos que, realmente, Deus criou tudo! O céu e a terra, o mar, a natureza, até as pedras... Sentimo-nos tão próximos Dele que não queríamos vir embora!
Ao longo do passeio fomos conversando, rindo, desabafando, cantando e sempre, sempre caminhando na companhia do Senhor. Foi uma manhã muito bem passada e que venham mais actividades como esta!

Arcanjos, participem, vão adorar a experiência! :)

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Pedi a Jesus

"Eu pedi forças... e Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte.
Eu pedi sabedoria... e Deus deu-me problemas para resolver.
Eu pedi prosperidade... e Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar.
Eu pedi coragem... e Deus deu-me obstáculos para superar.
Eu pedi favores... e Deus deu-me oportunidades.
Eu pedi amor... e Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar.

Eu não recebi nada do que pedi...
Mas eu recebi tudo de que precisava."

terça-feira, 13 de julho de 2010


Evangelho segundo S. João 8,1-11.

Jesus foi para o Monte das Oliveiras.
De madrugada, voltou outra vez para o templo e todo o povo vinha ter com Ele. Jesus sentou-se e pôs-se a ensinar.
Então, os doutores da Lei e os fariseus trouxeram-lhe certa mulher apanhada em adultério, colocaram-na no meio e disseram-lhe: «Mestre, esta mulher foi apanhada a pecar em flagrante adultério.
Moisés, na Lei, mandou-nos matar à pedrada tais mulheres. E Tu que dizes?»

Faziam-lhe esta pergunta para o fazerem cair numa armadilha e terem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se para o chão, pôs-se a escrever com o dedo na terra.
Como insistissem em interrogá-lo, ergueu-se e disse-lhes: «Quem de vós estiver sem pecado atire-lhe a primeira pedra.» E, inclinando-se novamente para o chão, continuou a escrever na terra.

Ao ouvirem isto, foram saindo um a um, a começar pelos mais velhos, e ficou só Jesus e a mulher que estava no meio deles.
Então, Jesus ergueu-se e perguntou-lhe: «Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?»
Ela respondeu: «Ninguém, Senhor.»
Disse-lhe Jesus: «Também Eu não te condeno. Vai e de agora em diante não tornes a pecar.»

Como deve ter sido bom para esta Mulher, ouvir estas palavras... "Também Eu não te condeno" Como é infinita a misericórdia de Jesus, é grande a Sua Sabedoria, e cheio de paz o Seu coração! Que pena não seguirmos todos este exemplo... Perdoar e não condenar, com actos e, especialmente, com palavras.
Todos temos a tendência a condenar os outros muitas vezes sem pensar nas consequências disto. Por vezes esquecemo-nos que "fomos feitos à imagem e semelhança de Deus", que somos todos irmãos aos Seus olhos e que devemos viver como tal.

No grupo esforçamo-nos por aceitar as diferenças, moldadas consoante a personalidade de cada um, pois temos consciência que o outro é nosso irmão e que tal como nós luta todos os dias por se afirmar no mundo. Um mundo este cheio de "Doutores da Lei" que à mínima hipótese estão logo lá para nos ferir com as suas palavras e com os seus actos.
Vamos seguir mais este exemplo que Jesus nos deixou, quando pensarmos em "condenar" o outro, porque aquilo que faz, ou diz, aos nossos olhos, não parece correcto, vamos pensar nesta passagem Bíblica e digamos pra nós mesmos "Quem de vós estiver sem pecado atire-lhe a primeira pedra." E vamos, em vez de magoar o irmão aceitá-lo e compreende-lo. Cabe a nós mudar o mundo com as nossas obras. Cabe a nós transformar esta sociedade onde nos inserimos de uma sociedade materialista, corrupta, cheia de falsidades e mentiras numa sociedade mais verdadeira, mais fraterna, com base no Amor.
Jesus veio ao mundo por mim, por ti, pelo irmão, por nós todos. Vivamos à altura daquilo que Ele espera de nós! Sejamos Arcanjos com fé, com esperança e com espírito de fraternidade e União. Vamos trabalhar com o coração, entregando-nos nos braços deste Mestre que nos ama sem medida. Vamos ser Arcanjos anunciadores da sua Boa-Nova, espalhando a Sua mensagem pelo mundo.
O mais importante de tudo é ser um Arcanjo que diz ao outro: "Aceito-te como tu és!"

domingo, 11 de julho de 2010

A Serpente e o Pirilampo

"Uma vez uma serpente começou a perseguir um pirilampo.
Cheio de medo, o pirilampo fugia rapidamente, mas a serpente continuava atrás dele sem desistir. E isto durou e durou até que no terceiro dia de perseguição o pirilampo, já sem forças, resolveu parar e perguntou à serpente:

- Posso fazer-te três perguntas?
- Não costumo abrir esse precedente, mas já que te vou devorar, podes perguntar...

- Pertenço à tua cadeia alimentar ?
- Não.

- Fiz-te algum mal?
- Não.

- Então porque queres acabar comigo?
- Porque não suporto ver-te brilhar..."



A vida é cheia de "serpentes" que não suportam ver "pirilampos" brilhar...
Como o pirilampo desta história o importante é fugir daquilo que nos quer destruir. Não podemos deixar de "brilhar", ou seja, não podemos deixar de fazer as nossas actividades e de ser quem somos só porque há quem não nos queira ver ser bem sucedidos na vida.
O nosso grupo já leva uma caminhada de 7 anos e intristece-nos, por vezes, sentir que muitas pessoas ainda nos querem "devorar", criticando a nossa forma de viver a fé. Sejamos com este pririlampo, ou como um sapo, ou como uma ferramenta, vamos deixar aquilo que não nos traz felicidade e aquilo que não é importante para a nossa caminhada, vamos centrar as nossa energias apenas naquilo que importa: No nosso mestre, JESUS.
As pessoas não se medem por aquilo que dizem, ou prometem, mas sim por aquilo que fazem. Vamos continuar a "brilhar", mostrando ao mundo que somos um grupo diferente. Cada actividade que fazemos, cada reunião, cada oração ou forma de estar é feita com o coração. E é desta forma que mostramos o que somos.

É sempre bom deixar um obrigado a quem nos apoia e um obrigado também a quem nos "persegue", pois todas estas pessoas são importantes para o nosso crescimento pessoal e como grupo.

sábado, 10 de julho de 2010

Corrida de Sapos

Leiam e pensem um pouco sobre esta historiazinha...

"Houve uma vez uma corrida de sapos, cujo objectivo era atingir o alto de uma grande torre. Havia no local uma multidão assistindo a este acontecimento. Muitos a vibrar e torcer por eles.

Começou a competição.

Mas como a multidão não acreditava que os sapos pudessem alcançar o alto daquela torre, o que mais se ouvia era:

Que pena não vão conseguir... Não vão conseguir...

E os sapos começaram a desistir.

Mas havia um que persistia e continuava a subida para alcançar o topo.

E a multidão continuava gritando:

Que pena não vão conseguir... Mais vale desistir, não vão conseguir...

E os sapos foram mesmo desistindo, um por um, menos aquele sapinho que continuava a sua corrida tranquilo... Embora cada vez mais arfante, já com alguma falta de força.

Ja se aproximava o final da competição e todos desistiram, menos ele.

A curiosidade tomou conta de todos, pois queriam saber o que tinha acontecido. E assim, quando o sapo atingiu o seu objectivo foram perguntar-lhe como tinha conseguido concluir a prova.

Qual não foi o espanto de todos quando descobriram que...

Aquele sapo era surdo."

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Até Quando Deus Quiser


Tanta dor que não se acalma
Neste mar que nos prendeu
Mágoa que nos cerca a alma
Sinais que o tempo esqueceu
Quantos barcos já ficaram
Nos caprichos do mar alto
Quantas saudades deixaram
Nos caminhos do basalto
E anda a gente a perguntar
Sem ninguém para responder
Até quando isto há-de ser
Isto, há-de ser

Até quando Deus quiser
Até o mar se acalmar
Até as razões do vento, nos deixarem navegar
Até quando Deus quiser
Até o medo acabar
Até que as paixões do tempo
Adormeçam com o mar
Até quando Deus quiser...

Sempre que o Inverno volta
O mar chega-se mais perto
Alguns dizem que é revolta
Outros não sabem ao certo
Faz quebrar a nossa sorte
Faz tremer a nossa vida
Cada vez bate mais forte
Não tem hora nem medida
E anda a gente a perguntar
Sem ninguém para responder
Até quando isto há-de ser
Isto, há-de ser

Até quando Deus quiser
Até o mar se acalmar
Até as razões do vento, nos deixarem navegar
Até quando Deus quiser
Até o medo acabar
Até que as paixões do tempo
Adormeçam com o mar
Até quando Deus quiser...



Musica por: Quadrilha

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Para Ler e Reflectir

"Contam que na Carpintaria houve uma vez uma estranha assembleia. Foi uma reunião das ferramentas para acertarem as suas diferenças.
O martelo presidiu a reunião, mas os participantes notificaram-no que teria que renunciar. A causa? Fazia demasiado barulho e, além do mais, passava o tempo todo golpeando. O martelo aceitou a sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.

Perante este ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos. A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro, que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fosse o único perfeito.

E assim prosseguiu a reunião...
Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material TODO e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso e as demais ferramentas... E depois de estas trabalharem em conjunto, conforme as suas características, a rústica madeira se converteu num fino móvel!"

Depois de ler e reflectir um pouco podemos concluir que apesar das nossas diferenças, todos são importantes e todos tem algo a contribuir para o grupo. Vamos saber aceitar cada um tal como ele é e não tentar mudá-lo consoante a nossa própria maneira de ser. Não vamos ser como estas ferramentas que apenas viam o que os outros tinham de errado e não conseguiam perceber que o "móvel" só podia ser construído se cada um desse um pouco de si. Assim como ser semelhante é importante também as diferenças são essenciais no grupo, pois isto cria diversidade e pontos de vista diferentes, o que gera discussões saudáveis.

Foste chamado a estar connosco, a tua personalidade é o mais importante em ti e se Jesus te chama ser Arcanjo é porque és uma "ferramenta" fundamental na caminhada do grupo. Participa activamente neste, mostra do que és capaz, mostra que és diferente e que sem ti o grupo não seria o mesmo. Mostra que também as diferenças nos aproximam.


terça-feira, 6 de julho de 2010

Pegadas na Areia

Uma noite tive um sonho

"Sonhei que estava a andar na praia com o Senhor e, através do Céu, passavam cenas da minha vida. Para cada cena que passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia; Um era meu e o outro do Senhor.

Quando a última cena da minha vida passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas e notei que muitas vezes, no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia. Notei também que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos da minha vida.
Isso entristeceu-me muito, e perguntei então ao Senhor:


"-Senhor, Tu disseste-me que, uma vez que eu resolvi seguir-Te, Tu andarias sempre comigo todo o caminho, mas notei que, durante as maiores atribulações da minha vida, havia na areia dos caminhos da vida, apenas um par de pegadas. Não compreendo porque é que nas horas que mais necessitava de Ti, Tu me deixaste."

O Senhor respondeu-me:

"-Meu precioso filho, Eu amo-te e jamais te deixaria nas horas da tua prova e do teu sofrimento. Quando viste na areia apenas um par de pegadas, foi exactamente aí que Eu, nos Meus braços... Te carregava."

Arcanjo, nunca deixes de ter fé em Jesus, acredita que ele nunca nos abandona e até naqueles momentos em que nos parece que Ele se esqueceu de nós, Ele continua lá a velar pelo nosso bem. Mostremo-nos gratos por este Pai que nunca cessa de cuidar dos seus filhos. Vamos ser anunciadores da Boa-Nova, mostrando ao mundo o quanto acreditamos Nele! Deixando de parte o que é mesquinha e que não nos traz felicidade. Acredita na bondade de cada irmão e, apesar das diferenças que existem entre nós, cultiva no grupo um espírito de amizade, de união e de amor fraternal. Trabalha em prol de Jesus, por Jesus, só Jesus importa. Se Ele te chamou a fazer parte do grupo acredita que é porque tens algo a dar a este, a tua presença, a tua opinião, a tua forma de ver o mundo, conta! Não deixes escapar esta oportunidade de ser mais e melhor. Crescer como irmão. Num grupo que aspira às coisas do alto.

"Arcanjos Unidos, permanecem Unidos". A união que une este grupo é especial. Valoriza este lema e nunca o esqueças. Pois é em Jesus e nesta frase que vamos buscar forças para continuar a nossa caminhada.

Arcanjo, quando pensares em desistir, lembra-te das pegadas na areia...



Salmo 138


Senhor, Vós conheceis o íntimo do meu ser,
sabeis quando me sento e quando me levanto.
De longe penetrais o meu pensamento,
Vós me vedes quando caminho e quando descanso,
Vós conheceis todos os meus passos.

Ainda a palavra me não chegou à língua
e já, Senhor, a conheceis perfeitamente.
Por todos os lados me envolveis
e sobre mim pondes a vossa mão.
Prodigiosa ciência, que não posso compreender,
tão sublime que a não posso alcançar!

Onde poderei ocultar-me ao vosso espírito?
Onde evitarei a vossa presença?
Se subir ao céu, Vós lá estais;
se descer aos abismos, ali Vos encontrais.

Se voar nas asas da aurora,
se habitar nos confins do oceano,
mesmo ali a vossa mão me guiará
E a vossa direita me sustentará.

Se disser: "talvez as trevas me hão-de ocultar
e a luz, em volta de mim, se fará noite",
nem as trevas, para Vós, têm obscuridade:
a noite brilha como o dia
e a escuridão é clara como a luz.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Esperança

Texto sem autor


"Na realidade, o que sustenta as nossas motivações é a Esperança; essa Energia Secreta que nos impulsiona a persistir, a acreditar que é possível vencer obstáculos e que vale a pena lutar para alcançar o Bem, o Amor, o Reconhecimento, a Paz, a Justiça e a Felicidade que desejamos para nós e para o mundo. A Esperança é a Força Interior que alimenta a determinação em defender e preservar a própria vida, é a mola que move à acção e ao sacrifício na luta contra o tempo e contra a morte. É a Esperança que nos leva a iniciar projectos que nos ultrapassam porque se orientam para o Futuro.
O poeta Charles Péguy descreveu a Esperança como a mais pequena e a mais misteriosa de todas as Virtudes. Com a sua força invisível, a Esperança dá alento e sustenta a nossa vida, principalmente quando confrontada com situações-limite. E quando tudo parece estar perdido e sem solução, e quando o coração se sente tão morto e despido como as árvores no Inverno, basta um pequeno acontecimento para fazer raiar um lampejo de Esperança.
Dizia o poeta que a esperança ressurge tal como brotam os primeiros rebentos em troncos que pareciam secos; primeiro como pequenas borbulhas sem graça que misteriosamente crescem e se transformam em ramos, folhas, flores e frutos. A Esperança encontra o seu caminho pela Natureza.
Vemos o Milagre da Esperança em tantas pessoas que lutam com uma tremenda força de Alma, estando mergulhadas em situações de desamor, doença, injustiça e pobreza, com uma Energia Espiritual e uma capacidade de Amar que as impulsiona a Resistir e a Lutar, a Perdoar e a Sorrir, a Levantar-se e a começar do zero. Porque quando existe Esperança luta-se pelo Bem e pela Vida; não há lugar para a indiferença ou para a desistência, não há espaço para a depressão ou para o desespero e não faltam razões para viver. Quando a Esperança estiola arrasta consigo a Fé e o Amor, comprometendo a Vida; porque quando falha a Esperança todas as formas de morte são possíveis.
Impressa no coração humano, a Esperança é um Dom de Deus, um esteio espiritual que faz parte integrante do Dom da Vida, levando-nos a acreditar na realização do Amor, da Felicidade e da Bem-aventurança para a qual fomos Criados..."


Arcanjos, sejamos um grupo ainda com mais Esperança, pois é ela que sustenta a nossa recusa da morte como um fim, abrindo portas à percepção da dimensão sagrada e transcendente da vida humana e às várias dimensões da fé: a fé na vida, em nós mesmos e nos outros, o acreditar na revelação de Deus e nas suas promessas de salvação e de eternidade.

Descobrir-nos


"Em virtude da graça que me foi concedida, eu peço a cada um de vós que não tenha de si mesmo um conceito mais elevado do que convém, mas uma justa estima, ditada pela sabedoria, de acordo com a medida da fé"

Rm 12: 3 - Bíblia de Jerusalém


Olhar os outros e descobrir os seus erros e defeitos, ou até mesmo as suas virtudes, parece ser bem mais fácil do que olhar para nós mesmos e encararmos aquilo que menos gostamos em nós: os nossos defeitos.

Há uma grande dificuldade entre a maioria das pessoas, no que diz respeito a uma correcta auto-avaliação; alguns sentem-se medíocres demais, incapazes de ser ou de realizar algo, encarnando o síndrome de Gideão: "...ai meu Senhor!!! A minha família é menor, a menos favorecida da nossa tribo, eu sou o menor, o último na casa do meu pai, sou da tribo de Manassés...". Pensam sobre si mesmos muito menos do que deveriam, e subestimam o seu potencial.

Outros sofrem do síndrome de Absalão. Acham-se sempre auto-suficientes, melhores do que os outros, capazes de realizar o que bem entenderem, mas são incapazes de se auto-avaliarem de uma maneira correcta, de terem uma imagem real de si mesmos e, por isso, super estimam o seu real potencial.

Digo isto ao observar a atitude de centenas de pessoas. Temos sempre a tendência de avaliarmos o outro, o irmão, o colega de trabalho, o companheiro de ministério e as suas atitudes com as suas ovelhas, e o maior problema é que, na maioria, não só vemos os problemas, erros e defeitos, mas surge o espírito maligno da crítica sem propósito, ou com o propósito de tentar ofuscar ou até de apagar a luz do nosso irmão, para que a nossa venha sobressair-se.

A autocrítica faz bem à alma, faz bem ao espírito, faz bem ao corpo e faz bem às relações interpessoais.

Saibamos descer um pouco do nosso pedestal, ou levantemos a cabeça e descubramos o nosso real valor. Vamos avaliar-nos. Melhorando o conceito que temos de nós mesmos, descobrindo o conceito que Deus e as outras pessoas têm de nós.
Deixemos de nos preocupar tanto com aquilo que não nos traz felicidade, procuremos o bem em TODOS, elevemos as nossas palavras, obras, acções a Deus. Só ele importa.

"Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus"

In Jornal Aleluia de Novembro de 2002 por Eliã Marcos Caetano

sábado, 3 de julho de 2010

O Melhor de Si

Quando plantamos uma Roseira, notamos que ela fica a dormir muito tempo no seio da terra, mas ninguém ousa criticá-la, dizendo: "Tu não tens raizes profundas" ou "Falta entusiasmo na tua relação com o campo".
Ao contrário, tratamo-la com paciência, água e adubo.
Quando a semente se transforma e muda, não passa pela cabeça de ninguém condená-la como frágil, imatura, por ser incapaz de nos brindar imediatamente com as Rosas que esperamos.
Pelo, contário: Maravilhamo-nos com o progresso do nascimento das folhas, seguindo-se dos botões, e, no dia em que as flores aparecem, o nosso coração enche-se de Alegria.
Entretanto, a Rosa é a Rosa desde o momento em que colocamos a semente na terra até ao instante em que, passado o seu período de esplendor, acaba por murchar e morrer.
A cada estágio que atravessa - semente, brotar, botão, flor - expressa o Melhor de Si.

Também nós, no nosso crescimento e na nossa constante mutação, passamos por vários estágios.
Vamos aprender a reconhecê-los, antes de criticar a lentidão das nossas mudanças.